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Memória

Inaugurado em 25 de abril de 2015, este museu municipal é dedicado à história e à memória do combate à ditadura e ao reconhecimento da resistência em prol da liberdade e da democracia.  É um sítio musealizado e um museu histórico que pretende preencher uma lacuna no tecido museológico português, projetando a valorização da memória de luta contra a ditadura na construção de uma cidadania esclarecida e responsável e assumindo a luta contra o silenciamento desculpabilizante, e muitas vezes cúmplice, do regime ditatorial que oprimiu o país entre 1926 e 1974.
De âmbito multidisciplinar, o Museu Nacional Resistência e Liberdade terá como missão a preservação da memória histórica da Fortaleza de Peniche e da Luta do Povo Português, em particular, da Resistência à Ditadura, pela Liberdade e pela Democracia. Na sequência de protestos nacionais contra a tentativa de entrega da Fortaleza para instalações hoteleiras, decidiu-se preservar a integridade deste edificado histórico, militar e prisional, através de um projeto de musealização.
      Assinalamos aqui endereços na Internet de Sites de Memória: Museu do Aljube - Resistência e Liberdadehttps://www.museudoaljube.pt/ Museu Nacional Resistência e Liberdade (Fortaleza de Peniche)http://www.museunacionalresistencialiberdade-peniche.gov.pt/pt/
Com a colaboração dos leitores, esperamos enunciar nesta página os endereços electrónicos dos principais arquivos que guardam informação sobre os temas tratados no Memorial2019.org. Apresentamos, desde já, uma lista de arquivos de língua portuguesa que acolhem fundos de diversificada oridem e natureza que neles foram incorporados - que será desenvolvida gradualmente. Arquivo Nacional da Torre do Tombohttp://antt.dglab.gov.pt/
A 10 de junho de 2020, foi inaugurada na Estrada da Gibalta, em Caxias, em frente à estação ferroviária, junto da entrada da Quinta Real, uma peça escultórica da autoria de Sérgio Vicente, que pretende assinalar a libertação, a 26 de abril de 1974, dos presos políticos do Depósito de Presos de Caxias. 
Realizou-se no dia 9 de agosto de 2020 a reposição da placa que presta homenagem aos três trabalhadores portugueses dos caminhos de ferro, sindicalistas, executados pelas forças fascistas em Campobecerros, Castrelo do Val, Galiza, dias após o golpe de 1936.